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Compre seu imóvel em 2016

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No início do ano, o índice FIPE trouxe algumas notícias de otimismo a quem quer adquirir um imóvel no ano de 2016. Ele indicou que o número de potenciais compradores que achavam os imóveis do mercado “caros ou muito caros” diminuiu no inicio do ano em relação ao final de 2015. Esta percepção está bastante precisa visto que o mesmo índice mostrou um percentual médio de descontos nos últimos 12 meses de 9,3%, maior da série histórica.

Quem pensa em comprar para investir deve manter a cautela. De acordo com a Infomoney, nas principais cidades brasileiras, o valor do aluguel em relação ao preço do imóvel dificilmente passa de 0,7%. Ainda assim, esta é a maneira mais clássica de investimento no país.

Para investir ou morar, quem decidiu comprar um imóvel em 2016 deve primeiro fazer um levantamento profundo dos recursos.No financiamento, quanto maior o valor de entrada, menores as chances de entrar em um negocio para o qual não se está preparado. Não adianta comprometer o orçamento de forma que logo as parcelas fiquem altas demais para pagar. Financiamentos arriscados são ruins para o comprador e para o vendedor.

Além do financiamento, o consórcio é uma alternativa de compra de imóveis que permaneceu inabalado durante muito tempo e que contempla pessoas que não estão com pressa para adquirir seu imóvel, nem tem um grande valor disponível para a entrada de um financiamento.

Após um cuidadoso planejamento financeiro, informe-se sobre os custos extras que uma compra deste porte gera, por exemplo, ITBI, custos de cartório, taxas bancárias, preço de condomínio e outros impostos não embutidos no valor da compra. Neste momento, a ajuda de um corretor confiável pode ser decisiva para a melhor compra.

Aproveitar a janela imobiliária deste ano pode ser a diferença entre o aluguel e a casa própria nos próximos anos. O mercado segue positivo para o cliente e esta pode ser a hora certa de investir. Avalie os riscos e tome decisões conscientes para que o sonho da casa própria vire realidade.

 

Fontes: Infomoney/Guilherme Machado/O documento

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