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Consumo feminino estimula investimentos na construção civil Segundo o IBGE, no período de 2003 a 2013 a participação feminina na economia ativa do País cresceu 21,1%

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As mulheres têm conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho e atualmente são responsáveis por aquecer boa parte da economia. De acordo com dados do IBGE, no período de 2003 a 2013 a participação feminina na economia ativa do País cresceu 21,1% e hoje corresponde a 46,5% da população, o que representa uma elevação de 2,1%, ao contrário dos homens que registraram uma queda de 2,1%.

 

A modificação do mercado é consequência não apenas da melhoria do poder aquisitivo, mas também da autonomia e independência financeira que as mulheres alcançaram nos últimos anos. Essa situação reflete no comportamento nacional, onde as jovens têm mais oportunidades de estudar e investem em suas carreiras, adiando os planos de casar e ter filhos.

 

A busca por crescimento profissional e a permanência no mercado de trabalho, com consequente elevação do poder de compra, tem refletido no cotidiano feminino. As empresas já perceberam o seu potencial de consumo e têm investido frequentemente em produtos com qualidade e sofisticação, sobretudo nas áreas de moda e beleza, que estão buscando cada vez mais a exclusividade para seus clientes.

 

Mas não são apenas esses segmentos que têm se preocupado com o público feminino e oferecido exclusividades. O mercado imobiliário também tem se dedicado para atender as necessidades das mulheres e lhes ofertar diferentes atrativos. Os projetos de ambientação são alguns dos mais significativos para atender ao gosto feminino na construção civil, tendo em vista as inúmeras vantagens, serviços e detalhes de decoração que oferecem.

 

Em João Pessoa, algumas construtoras já perceberam o potencial consumidor, bem como a necessidade do mercado, e tem investido nesses detalhes para agradar exclusivamente as mulheres. De acordo com a arquiteta Perla Felinto, responsável pela ambientação do empreendimento de luxo Solar Tambaú, os projetos são pensados para valorizar a arquitetura, mas também oferecer glamour e sofisticação, algumas das exigências femininas.

 

“Os projetos são idealizados para promover comodidade, com especificações e layouts que criem um ambiente onde o morador possa desenvolver várias tarefas. O Solar Tambaú, por exemplo, terá um espaço dedicado exclusivamente às mulheres, além de salão de beleza, spa, sauna, academia, ou seja, tudo que elas fariam na rua sem precisar sair do prédio”, explica a arquiteta.

 

Fonte: Pauta Comunicação.

Revista Edificar

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